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Prédios públicos de Gravatá recebem iluminação especial

Gravata

Prédios públicos recebem iluminação especial em alusão a campanha de combate à Hanseníase

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Desde a última quarta-feira (28), o prédio da Prefeitura de Gravatá (Paço Municipal), a entrada do Parque da Cidade, Hospital Municipal, Secretaria de Saúde, Memorial de Gravatá (antiga Casa da Cultura), Igreja Matriz de Sant’Ana e o Cristo Redentor no alto do Cruzeiro receberam iluminação especial na cor amarela. Tudo isso, para sensibilizar a população e chamar a atenção das pessoas, sobre o que é a Hanseníase e esclarecer que tem cura e o tratamento é oferecido pelo SUS gratuitamente.

 

Nas unidades de saúde palestras e informações aos pacientes além de exames com os profissionais de saúde para identificar possíveis casos de Hanseníase. A secretaria de Saúde de Gravatá através da Vigilância Epidemiológica informa que se caso perceber que tem alguma mancha na pele, procurar uma unidade de saúde o mais breve possível, para que seja analisado pelos profissionais de saúde.

 

HANSENÍASE

 

A doença atinge pele e nervos periféricos podendo levar a sérias incapacidades físicas. Os principais sintomas são: Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo com perda ou alteração de sensibilidade; área de pele seca e com falta de suor; área da pele com queda de pelos, especialmente nas sobrancelhas; dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas, inchaço de mãos e pés; diminuição da força dos músculos das mãos, pés e face devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos; caroços no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos. Importante: Em alguns casos, a hanseníase pode ocorrer sem manchas.

 

O diagnóstico da hanseníase é basicamente clínico sendo necessária, em alguns casos, a solicitação de exames complementares. Após a confirmação diagnóstica, o tratamento (gratuito e disponível exclusivamente na rede pública de saúde) impede a transmissão da doença.

 

Texto – Rodolfo Lima

Fotos – Ednaldo Lourenço

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